• Você sabe o que é o ruído branco?
    “O ruído branco é um tipo de ruído produzido pela combinação simultânea de sons de todas as frequências. O adjetivo branco é utilizado para descrever este tipo de ruído em analogia ao funcionamento da luz branca, dado que esta é obtida por meio da combinação simultânea de todas as frequências cromáticas.” (Wikipédia)
    Temos ruído branco em TVs, rádios… é o famoso chiado, quando, por exemplo, você muda o canal da sua TV para um que não tem sintonia. Há forte ligação entre o ruído branco e o sobrenatural. Sabe-se que investigadores paranormais se utilizam de gravações e de ruído branco para detectar vozes. É o fenômeno de voz eletrônica (EVP), bem interessante, por sinal. No Youtube tem vários desses, a maioria de origem questionável. Em 2005, foi realizado um filme, estrelando Michael Keaton, chamado "Vozes do além", que aborda o assunto em sua temática central. A história trata de um homem que perdeu sua mulher, e na busca de comunicar-se com ela, realiza gravações do tipo, de ruído branco - o faz tanto com rádio quanto TV. Um filme bem hollywoodiano, com mãos saindo da TV e tudo mais durante as gravações do protagonista, mas serve para ilustrar. Enfim, informar não é o objetivo desta página.


    O que quero passar à vocês é uma experiência única com o sobrenatural, ou parece ser. Trata-se de um vídeo de duas horas com “o ruído que todos gostam”. À primeira escuta parece ser apenas ruído branco. Talvez seja, talvez não.

    Prefiro deixar que tenham a experiência por vocês mesmos. Não é necessário ver as duas horas de vídeo, aparentemente 30 minutos já é suficiente para uma experiência completa. A especulação que gira em torno deste vídeo é que se trata de uma ligação direta com o paranormal… Porém, para isso, você deve se desligar do mundo ao redor, usar fones de ouvido (totalmente necessários), e ouvir apenas este som. Se você não se desligar e continuar realizando suas atividades, haverá apenas ruído branco, mesmo. Você não deve dormir… o som é bem relaxante, antes de ficar perturbador (pessoas usam ruído branco como hipnótico, para resolver insônia…) Se você fizer o que foi orientado, pode começar a ouvir coisas em meio ao ruído. Vozes, pessoas.

    Alguns Avisos:
    1. Se você ouvir sussurros, ouça-os muito bem. Mas de modo nenhum siga instruções deles. Não faça nada que mandarem, se você for mandado fazer algo.
    2. Se você ouvir gritos de intensidade leve, moderada ou alta, feche o vídeo imediatamente para sua própria segurança. Lembrando, você só participa da experiência se você se deixar participar. Se você for uma pessoa suscetível à influência, não veja. Vá embora. Para sua própria segurança. Caso veja, você está por sua conta e risco. O risco aqui se trata de causar danos a você mesmo, a outros, ou libertar algo que você não pode controlar.
    O Vídeo
    Alguns relatos de experiências
    ”I remember listening to this once. I heard a child calling my name.”
    (Eu lembro de ter ouvido isso uma vez. Eu ouvi uma criança chamando meu nome)
    ”I could definitely hear whispers, but I couldn’t make any words out.”
    (Definitivamente, ouvi sussurros, mas não consegui entender nenhuma palavra)

    E aí? Sentiu? ;)
    Créditos: Sobrenatural em Foco
    Você será o Próximo!

    O Ruído Branco

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  • Se você tem mais de vinte anos de idade, provavelmente você conhece o filme O Castelo Animado, o mesmo, que foi dirigido pelo Japonês Hayao Miyazaki, e teve o seu livro escrito por Diana Wynne fez bastante sucesso com o público jovem/infantil da época que foi lançado (2005), nele existe uma pequena, porém poderosa criatura chamada Calcifer (Que de inofensivo só tem o tamanho), o qual é conhecido como o Demônio do fogo, o que você provavelmente não sabia é que o mesmo existe e pode aparecer através de uma invocação, a qual você irá aprender a fazer se continuar lendo o post.
    OBS: O Calcifer não aparece para qualquer pessoa, dizem que para que isto ocorra a pessoa deve querer bastante a sua companhia e ter muita sorte.
    MATÉRIAIS NECESSÁRIOS
    1. Um ovo de galinha. 
    2. Uma agulha (para furar o dedo).
    3. Uma pena de galinha (para escrever com seu sangue).
    4. Uma folha de pergaminho virgem.
    5. Uma cesta com palha.
    COMO FAZER 
    1. Pegue o ovo e faça nele um pequeno buraco.
    2. Com a agulha fure seu dedo mindinho. 
    3. Deixe cair uma gota de sangue dentro do ovo.
    4. Pegue o pergaminho e passe a pena em seu dedo para pegar um pouco de sangue. 
    5. Escreva isto no pergaminho e depois leia em voz alta: "Eu invoco-te, Calcifer,Poderoso Demônio do Fogo, com meu próprio sangue, e nosso pacto só será quebrado quando eu rasgar este pergaminho que vos escrevo." 
    6. Coloque o ovo em uma encruzilhada, numa cestinha com palha. 
    7. Só pegue o ovo de volta no sétimo dia. 
    8. No sétimo dia o ovo chocará, e o diabinho sairá.
    9. O pacto só será quebrado quando você rasgar o pergaminho.  

    ATENÇÃO: A Equipe da Estação do Medo, não se responsabiliza por qualquer ato que ocorra durante este ritual, isto é de total responsabilidade do leitor, portanto só faça se tiver coragem, AHH! e cuidado, pois caso você faça algo errado o Cálcifer te perseguirá até a morte! 

    Como invocar o Diabinho

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  • Admita, você já sentiu esta estranha sensação pelo menos uma vez na sua vida!


     Sabe quando você está acordado até tarde?! Trabalhando, estudando, vendo um filme, mexendo no computador... Não importa o que você está fazendo, mas sim a sensação que você tem. Você está cansado, seus olhos pesados e aquela sensação de que sua cabeça irá tombar à qualquer momento.

    Certo, você não pode ir pra cama agora por conta dos seus afazeres, mas você fecha seus olhos por uns minutos. Você tenta dar uma 'cochilada' para recuperar a concentração e tirar o peso dos olhos. Não faz mal algum, né...?.

    Então você tem o pressentimento que está caindo. Como que se pulasse de um prédio, mas seu corpo sequer se move.

    Então, algo te puxa pra cima, como uma corda de Bungee Jump, fazendo você acordar assustado, com o coração acelerado e piscando, tentando entender o que aconteceu.

    Os médicos chamam isto de espasmo hipnico. Dizem que isto é uma reação natural... Acreditam que ocorre pelo fato do cérebro pensar que estamos morrendo, devido ao relaxamento rápido e diminuição dos batimentos cardíacos e respiração.

    O que os médicos não sabem é que, na verdade, seu cérebro está certo. Toda vez que você 'pesca' e sente que está caindo, você não está realmente caindo... Você está sendo puxado pra baixo.

    E um dia... Seu cérebro não conseguira te puxar pra cima.

    Assim, eles terão você!
    ~ Você será o Próximo!

    Sensação de Queda

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  • Numa bela tarde de sol, um garoto chamado Bruno estava sentado em sua classe durante a aula de matemática. Faltavam apenas seis minutos para o término da aula. Enquanto o mesmo fazia os exercícios, algo chamou a sua atenção.

    Como a carteira dele ficava ao lado da janela, era normal ele apreciar a bela vista do pátio do seu colégio, foi em um destes momentos ele viu um objeto que parecia uma foto jogada pelo chão. Quando a aula acabou, ele correu o mais rápido que podia até o lugar que ele tinha visto a foto, para que ninguém a pegasse antes dele.

    Após ele pegar a foto ele riu, nela havia a imagem da garota mais bela que ele havia visto em toda a sua vida. Ela estava com um vestido apertado e uma sandália vermelha, o seu cabelo era ondulado e ela fazia um sinal de "V" com a sua mão direita.

    Ela era tão linda que Bruno desejou conhecê-la, ele saiu pela escola perguntando a todos que passavam se alguém já tinha visto ou conhecia aquela garota, Mas todos respondiam "Não". Ele ficara completamente arrasado.

    Ao chegar em casa, Bruno perguntou a sua irmã mais velha se ela a conhecia, mas infelizmente ela também disse "Não." Já era tarde quando Bruno resolveu subir as escadas que dava acesso ao seu quarto, colocou a foto na cabeceira de sua cama e dormiu.

    No meio da noite Bruno foi acordado por um barulho na janela. Era como uma unha batendo. Ele ficou com medo. Após as batidas ele ouviu uma risadinha que durou cerca de 3 minutos e também vira uma sombra próximo a janela,  foi aí que ele resolveu sair da cama, e foi em direção a janela, abriu-a e procurou a fonte da risada, mas não obteve sucesso, e resolveu voltar a dormir

    No dia seguinte ele foi perguntar para seus vizinhos se eles conheciam a garota. Todos falaram "Desculpe, não.". Ele perguntou até mesmo para sua mãe assim que ela chegou em casa. Ela disse "Não.". Ele foi para o quarto, colocou a foto na cabeceira e dormiu.

    Novamente ele foi acordado pelas batidas na janela. Ele pegou a foto e seguiu as risadinhas. Ele saiu desceu as escadas, seu de casa pela porta e foi atravessar a rua quando de repente foi atingido por um carro. Ele estava morto com a foto em suas mãos.

    O motorista do carro saiu e tentou ajudar, mas era tarde demais. Derrepente o motorista vê uma fotografia e a pega.

    Ele vê uma linda garota com três dedos levantados.
    ~ Você será o Próximo!

    A Fotografia

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  • Existem vários relatos de uma estranha criatura chamada Carazi, Muitas pessoas afirmam já ter o visto durante a noite em algum lugar da casa. O que se sabe sobre ele é que aparenta ser um menino de seis anos de idade, porém o que o diferencia de uma criança normal é que seu olho é absolutamente NEGRO, sem íris e no escuro causa certo reflexo, ele também não tem boca, onde deveria ter uma existe apenas um fiapo de pele como no resto do seu rosto. Alguns também dizem que ele têm garras ao invés de dedos.

    O Carazi entra à noite na casa das pessoas e se esconde em qualquer cômodo, menos nos quartos, eles sempre procuram um canto escuro, geralmente em baixo ou atrás de ármarios, sofás, estantes, ou na parte de cima, assim haja espaço para se esconder. Mas ele não está limitado a esses lugares ele espreme e comprime seu corpo de forma inacreditável com a finalidade de entrar em qualquer lugar e ficar alí...

    Durante à noite ele está ativo, fica atento a qualquer movimento na casa, e quaando alguém se levanta para beber água ou ir ao banheiro soa como um convite à entrar no quarto. Ele entra sorrateiramente e logo procura um BOM lugar para se esconder, o local preferido:  debaixo da cama. A partir daí ele passa a ter observar e causar insônias e pesadelos terríveis.

    O Carazi é muito silencioso em seus movimentos e gosta apenas de ficar te vendo dormir, mas as vezes é possível ouvir seus passos pela casa quando está se movendo, sua respiração realizada apenas pelo nariz quando o ambiente está muito quieto, ou mesmo o som de algo que ele, curioso, encoste. As coisas variam, tem pessoas que dizem ouvir unhas arranhando o chão debaixo da cama, outras ouvem algum barulho que seria simples se não estivessem sozinhos e que apesar de acharem estranho, ignoram e tentam dormir.

    A presença do Carazi causa um grande mal estar na pessoa, fazendo com que, inicialmente, tenha apenas dificuldades para dormir, depois a insônia e às vezes a pessoas passa noites inteiras sem dormir, sem saber que está sendo observado. Com o passar do tempo a pessoa começa a ver a criatura e a sentir quando ela está por perto, então se tornam tão "paranóicas" a ponto de poder vê-lo até durante o dia. Tem gente que desiste de falar do assunto e apenas fingem não ver.

    Então, se você se levantar à noite, acender a luz e sentir a  leve impressão de que viu um alguem no escuro... pode ser que não tenha sido apenas impressão...
    ~ Você será o Próximo!

    Carazi

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  • Eu havia acabado de me mudar para o pequeno apartamento da minha irmã, ela infelizmente tinha sido presa por agredir um policial, e como não havia ninguém para ficar lá, cá estou, arrumando as coisas. Bom, não mudei muitas coisas, já que ela era bastante organizada. Comecei então a bisbilhotar suas coisas pessoais. O notebook dela estava cheio de vídeos pornô baixados, algumas fotos de uma viagem curta e receitas de macarrão, porém nada de muito íntimo.

    Depois de calmamente ter levado o note para o banheiro, resolvi ver se ela tinha algo escrito em seu caderno, pois eu adorava dedurar pra minha mãe os ficantes dela. Abri a bolsa da escola, e encontrei livros pichados, caderno com anotações, nada de mais, até que achei um pequeno diário dentro dela. Ah, se eu peguei. Comecei a folear, entretanto, nada achei se não alguns manuais esquisitos. Parei de pular as páginas e decidi ler.


    Como deve-se agir na frente do espelho.
    1. Se o lugar ou ambiente tiver um espelho, mesmo que insignificante, passe direto por ele.
    1. Se seu rosto estiver ferido ou sujo, você tem direito a olhar por 5 segundos.
    1. Caso passar da marca de cinco segundos, aguente as consequências de seu ato.
    1. Em hipótese alguma olhe nos olhos de seu reflexo.
    1. Em hipótese alguma sorria para o espelho.
    1. Você não pode quebrar um espelho, mesmo que este o atormente.

    Fiquei meio grilado com isso, porém não achei que aquilo era sério.

    Um dia, numa partida de futebol, tive um leve corte no queixo, voltei para casa para tratar o ferimento que sangrava um pouco, o único espelho que tinha naquele lugar era no banheiro, acima da pia. Cheguei lá, abri a torneira para me limpar da sujeira. Não sei o porquê daquele lugar ser tão frio, comecei a me observar , era um pequeno filete carmesim que caía, coloquei minha mão debaixo da água e passei no corte, enquanto realizava o ato, notei meus olhos brilharem no reflexo, eram um brilho tão ... maravilhoso, que me dá dava vontade de tocá-lo o dia todo, porém, apressado que sou, deixei o banheiro. Passei mais de 5 segundos.

    O meu dia foi bom, almocei tarde, a comida era abundante e por isso acabei por me sujar todo. Impaciente, fui até a pia da cozinha, abri a torneira, porém a água não desceu, comecei a abrir mais, contudo nada de água sair, eu tinha pressa, já que teria prova, deduzi que o cano poderia estar entupido, então fui em direção ao banheiro. Estava tudo normal, a não ser um pouco de lodo estar nas extremidades do espelho, achei que por desleixo meu, não tinha percebido a sujeira e resolvi depois limpar. Cerifiquei-me que saía água e dessa vez, funcionou perfeitamente, primeiro lavei as mãos, sem precisar olhar aquele espelho, só que minha boca deveria estar toda engordurada - maldita receita de macarrão - e tive que observar, usei o sabonete, depois o líquido, apenas conferindo o meu trabalho em meu reflexo. Abri a boca, meus dentes estavam completamente sujos, com macarrão grudado até na gengiva, comecei a escová-los constantemente, até que pôs água na boca, gargarejei e cuspi no ralo da pia.

    Por fim, dei um sorriso para averiguar a situação, ninguém pode descrever o que senti.

    O sorriso estava um pouco mais espaçado do que eu realmente exercia, afinal, havia algo de errado nesse espelho, a única coisa que comecei a pensar era como aquilo era pequeno e nada atraente, forcei os cantos da boca, para sorrir ainda mais, enquanto minhas bochechas eram contraídas em relevos de minha pele, estava admirado, mas era como se, ao mesmo tempo, estivesse em um transe macabro. Eu nem sequer me reconhecia diante daquele reflexo.

    Dei um tapa na minha cabeça e resolvi sair dali, era ridículo aquilo!

    Após a prova, meu amigo Renan me chamou para eu ir a sua casa, aceitei, o mesmo perguntou se eu estaria doente, pois minha pele estava um pouco esbranquiçada, falei que era gripe, mas mesmo assim que estaria disposto a ir.

    Sua casa era um pouco pequena, porém o que mais me chamou atenção era uma pequena parede espelha no corredor, eu precisava passar por ela para ir em direção ao quarto de Renan (ele queria jogar GTA IV comigo) . Ele foi na frente, fiquei um pouco temeroso, não sei o porquê, mas me sentia intimidado em passar. Renan chegou ao seu quarto e ficou me perguntando porque eu não passava.

    Respondi que não estava meio bem, porém, o rapaz rapidamente veio em minha direção e começou a me puxar pelo pulso e em resposta, tentava soltar-me, ele me trouxe em frente ao espelho, entrei em pânico e comecei a me debater, só que minha visão foi ao reflexo, o de Renan estava normal, porém o meu estava um pouco escuro e tudo que podia ver de meu rosto eram meus olhos marcados por um contorno negro, o rosto me fitava igualmente, os olhos eram muito aterrorizantes, até que vi na sua boca um sorriso nervoso. Soltei um grito alto demais, Renan me soltou, caindo no chão atordoado, saí de lá, em pressa, voltei para o apartamento em pânico e tranquei a porta, já começara a anoitecer e tudo que fazia era tremer. Respirei fundo, fiquei ditando que era apenas coisa da minha cabeça e que não havia nada de anormal.

    Passei sete dias ignorando o meu banheiro. Parece estranho? Se é. Como a única pia que funcionava era a do banheiro, comecei a comprar marmitas, cujo os talheres eram de plástico e mandava minha roupa pra lavandaria, fezes e urina? Apenas fazia no banheiro da minha escola (antes, eu nem passava por lá), dou graças a Deus que duas semanas atrás, tiraram o espelho de lá, pois o quebraram.

    Voltei pra casa, senti meu cheiro, era degradante, tinha de tomar banho, relutante, fui. Peguei a toalha e embarquei no banheiro, de olhos fechados. Abri a torneira e deixei a água descer, enquanto me ensaboava. Logo após o longo banho, me cobri com a toalha e fui abrir a porta, só que no entanto, ela emperrou, desesperado, comecei a forçar a maçaneta, porém, nada adiantava, não olharia para aquela merda de espelho, continuei o trabalho, mesmo molhando o chão. Então decidi arrombá-la, quando usei o impulso da minha perna, escorreguei e a ultima coisa que vi foi um reflexo cair tortamente, com uma triste e melancólica expressão.

    Acordei um pouco depois, senti um leve galo na cabeça, quando olhei de relance aquele maldito espelho, observei que o lado estava ainda mais alastrado, porém, em nenhum lugar em cima daquele espelho. Virei meu rosto, estava tonto devido a queda, só que dessa vez a porta abriu.

    O que passou nas horas da noite foi uma forte febre que me abatera. Fiquei na sala, enroscado no lençol pois queria muito dormir, comecei a ouvir ruídos no banheiro, eram como passos, senti uma súbita friagem nos pés, eu evitei olhar em direção aquele cômodo, depois comecei a ouvir objetos se quebrando. E assim terminou minha noite.

    Comecei a evitar qualquer coisa com reflexo, nem ao menos olhava nos das pessoas, temendo o que veria lá, estava paranóico e beirando para sanidade. Por fim, decidi acabar com meu sofrimento, primeiro olhei o diário da minha irmã, e tudo que vi lá eram as descrições do reflexo dela a perseguindo de maneira horrorosa.

    Agarrei o enorme martelo que havia na pia da cozinha e resolvi enfrentar o demônio. Prossegui apavorado, com martelo apoiado no ombro, abri lentamente a porta do banheiro. Ele estava intocado. Intocado? Que merda foi aquela que ouvi então?

    Observei aquele espelho pela ultima vez, o reflexo estava me intimidando, mordendo os lábios e me encarando friamente, ergui o martelo, nada vez a não ser me observar e com toda a força que possuo, destrocei, caco por caco, enquanto observei-o cair da parede e ir de encontro no chão, dei um sorriso de vitória.

    E escutei. Risadas e mais risadas e quando fixei o olhar para o chão cheio dos cacos, havia vários reflexos de mim, todos rindo frenéticos, como se tivessem um demônio dentro deles ou se eles fossem os próprios demônios, comecei a esmagar os cacos, mais e mais e as risadas prosseguiram e aumentaram...

    E agora estou aqui nessa cadeia, por vontade própria, sabe, aqui não tem espelhos e nem tenho companhia para ver nos olhos dos outros, o problema é que aqui faz muito calor, acho que é porque as paredes são acolchoadas demais.

    Créditos: CherryBell
    Adaptado por: EDM
    ~ Você será o Próximo!

    Manual do Espelho

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  • Eu vivia normalmente com a minha família em uma pequena cidadezinha do Interior. Er... Bem, digo que VIVIA normalmente por conta daquela "coisa", vou tentar contar tudo desde o início. Era 8 horas da noite, e como de costume eu estava deitado mexendo no computador. Trabalhava como delegado, e só ficava livre após as sete horas, era um inferno, pensando bem, um paraíso. Estava bom demais para mim, ganhava um ótimo salário, e só tinha que sair da minha sala quando a situação estava "preta". Era o emprego dos meus sonhos.

     Estava na sala assistindo alguns vídeos do Youtube, juntamente com o meu filho mais velho, cujo nome é Gustavo, estávamos bastante entediados, quando ele resolveu dormir, eu como também estava com sono, resolvi checar o meu email, antes de ir ao meu quarto dormir. Para minha surpresa havia um novo Email na minha caixa de entrada, o título do mesmo era: Você quer Sorrir? No início imaginava que era um daqueles Spams idiotas, então já que era Delegado, e meu filho Gustavo, era hacker, decidi abrir, pois poderia facilmente localizar o imbecil que tinha me enviado aquilo. No email não havia mais nada além de um botão vermelho enorme, com as palavras:
    "Coloque o seu endereço e receba uma surpresa gratuitamente". 

     E só por curiosidade decidi colocar o endereço da minha casa, dois dias se passaram até que recebi uma pequena carta , não havia nome nem endereço. Quando a abri havia uma foto de um Husky Siberiano num ambiente escuro, eu dei uma leve risada, pois achei o fato dele estar sorrindo bizarro, Não sei o motivo, mas eu tinha uma leve impressão de que já tinha visto aquela foto antes. Chamei o meu filho Gustavo para ver e ele olhou diretamente para a foto e disse: - Que porra é essa? Eu estranhei a maneira que ele olhava para a foto, ele simplesmente se sentou na cozinha e ficou repetindo a frase “Mas como isso é possível?” umas 5 vezes, até que ele se levantou e disse que iria caminhar um pouco.

     Eu fui para o trabalho como um dia normal, sentei na minha cadeira e fiquei analisando aquela foto, tinha sido um dia tranquilo como o de costume, mas não sei porque cheguei em casa exausto. Meu filho Gustavo estava mexendo no Notebook dele, e meu filho caçula Maicon de 11 anos estava jogando GTA 5, lembro que me impressionava o fato dele jogar sem parar, Ah vai, Confesso que mesmo tendo 32 anos adorava a série GTA, já a minha esposa, bem, ela vai ser a única que não irei citar o nome, estava cozinhando. Estava tudo completamente normal, até a hora de dormir, onde tive um pesadelo com aquela foto. Era tudo preto e no horizonte estava escrito “Espalhe a palavra” para aonde eu virava essa frase me seguia até o momento que eu acordei.

    Na delegacia meu amigo Thomas me disse que meus olhos estavam avermelhados, eu disse que havia dormido bem. Ele achou estranho,e teve que sair correndo para responder uma chamada, eu como estava entediado gritei: "Vou com você", era uma denúncia de um traficante, que estava do lado da escola do meu município, foi aí que eu me lembrei daquela foto, ela fazia parte da lenda Smile Dog (Caso você não conheça clique aqui para ler). Decidi testar se tudo era verdade, fomos no meu carro, já que bem era um Honda City modificado e chegando no local estava aquele merdão, vendendo cocaína para alguns adolescentes inúteis. Logo saímos do carro com as armas em punho, não pensei duas vezes, mostrei a foto para ele, e ele simplesmente começou a gritar e se contorcer até que ele desmaiou, fiquei impressionado com a velocidade da morte, a perícia apontou enfarte, parada respiratória e algum tipo de convulsão.

     Naquela noite, durante meu sonho, aquele cão me disse para sorrir, era um favor pela morte daquele verme. Como estava muito cansado, e era o meu dia de folga, fiquei a manhã seguinte jogando videogame com o meu filho Maicon. Quando fui jantar com minha família, minha esposa e Gustavo me olhavam com uma cara estranha, até que perguntei. -O que Foi? Gustavo logo respondeu: -Seus olhos estão avermelhados. Foi aí que eu me lembrei que Thomas havia me dito a mesma coisa. - Ontem Thomas me disse isso, só que não dei importância - Respondi, já ficando preocupado Quando terminei fui ao banheiro, e vi que realmente meus olhos estavam avermelhados, Era um vermelho natural, dava para ver os detalhes de um olho normal. Fiquei “congelado” por um minuto pensando em como isso ocorreu já que meus olhos eram castanhos. No dia seguinte, estava tomando meu café, numa pequena lanchonete do centro da cidade, até que fui chamado pelos meus colegas de profissão, havia um grande tiroteio de “gangues”, quando cheguei na cena havia helicópteros, e diversas ambulâncias, sem contar as viaturas, dessa vez a foto não iria ajudar.

     Apanhei minha M4A1 e já preparado para disparar, peguei a foto e deixei ela na minha frente, logo um dos membro das gangues, apontou diretamente a arma para mim, sem pensar mostrei a foto e ao mesmo tempo dei 6 disparos até ele cair no chão já morto, logo em seguida veio mais 3 e fiz a mesma coisa. Comecei a rir alto (Amo ver vagabundo se foder) só que de um jeito malicioso e macabro. Na mesa eu dava risadas discretas mesmo no jantar, café da manhã ou almoço. Minha família já estava começando a desconfiar de alguma coisa. Enquanto eu estava distraído assistindo “A origem” Gustavo veio ao meu quarto e disse: "Você está usando a foto, não é?! É não é que essa lenda é verdadeira, no final alguém morre." Ele me mostrou a foto e perguntou: - O senhor pode me emprestar? Eu disse sim, e ele riu discretamente. Alguns minutos depois, resolvi checar o meu E-mail, e me deparei com a seguinte mensagem: RE: Você quer Sorrir? Eu abri e vi que havia apenas uma palavra “Obrigado”. Ao dormir tive mais um pesadelo, já era a 3º vez seguida, Smile me disse “Obrigado, pelos petiscos” eu só consegui dizer uma palavra “De nada” antes de despertar. Ao acordar percebi que meu braço estava dolorido, e ao ver vi que era uma mordida canina. Na porta da delegacia,um homem estranho de capuz sussurrou para mim: -Apenas Sorria! Eu segui normalmente até meu escritório, mas decidi voltar e perguntar para ele como ele sabia disso, mas ele havia sumido, decidi olhar as gravações das câmeras de segurança, mas por algum motivo ele não apareceu, parecia um fantasma. Isso foi tão estranho quanto o meu novo pesadelo, O mesmo era diferente dos demais, nele haviam pessoas com roupas de hospital, algumas não tinham olhos em seu lugar tinha um buraco oco. Dava para escutar gemidos, eu lembro que dei um berro, logo em seguida eles vieram em minha direção, e caíram no chão já mortos.

     De repente acordei, e continuei minha rotina normalmente. Se passaram mais ou menos 16 dias desde o meu último pesadelo, e há 15 dias eu não uso a foto daquele demônio. Hoje mesmo sendo incomum para mim estou com bastante dor de cabeça. Eu tenho percebido que o meu filho Gustavo tem agido estranhamente comigo. Hoje está um inferno na delegacia,

    Thomas não apareceu aqui, estou preocupado, mas não tenho muito tempo, já tive 2 chamadas, fui para a localização da chamada mais próxima da delegacia, era um assassinato, meu Deus, era o meu filho Maicon, Ele levou um tiro na cabeça, provavelmente de uma escopeta, junto ao seu corpo havia um bilhete, no qual estava escrito

    "Sorria". 

     Eu logo pensei na foto, mas um cão não poderia atirar, então fui investigar, não tinha provas, não havia digitais, marcas de sapato e nem testemunhas. Cheguei em casa chorando e bastante alterado, corri para a cozinha e peguei um Whisky para tentar aliviar a minha dor, Gustavo e a minha esposa vieram perguntar o que tinha acontecido, neste momento percebi que Gustavo estava com um olhar muito estranho, mesmo assim, engoli o choro e disse que Maicon, meu filhinho caçula havia sido assassinado, minha esposa entrou em estado de choque e começou a chorar, Já Gustavo, foi para o seu quarto.

    Alguns minutos depois escutamos um tiro, corremos para o quarto do Gustavo, e encontramos o seu corpo no chão, sim ele se suicidou, junto ao seu cadáver havia um pequeno bilhete com as seguintes palavras:
     "Me desculpe, papai e mamãe, Eu sou o culpado, eu matei o Maicon, não sei o porque. Adeus!" 

     Isso ocorreu a 1 semana atrás, minha esposa morreu de depressão, agora está na hora de terminar isso, estou com a corda e a cadeira no lugar,e sim não aguento mais, chega de viver esse inferno, estou o vendo agora, e ele me diz: "Apenas Sorria".

      Chega, adeus. 
      Apenas Sorria
      Créditos: CreepypastaBrasilWiki
      Adaptado por: EDM
    ~ Você será o Próximo!

    Apenas Sorria

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  • Olá, condenados, trouxe neste post essa clássica creepypasta que já virou referência no "mundo da terror", A mesma é tida por muitos pesquisadores como 100% Real, Tenham bons sonhos!
    Trecho de um jornal local : TERRÍVEL SERIAL KILLER ANDA A SOLTA
    Depois de semanas de assassinatos inexplicáveis, o assassino sinistro, ainda desconhecido, está com paradeiro desconhecido. Depois de poucas evidências encontradas, um jovem garoto diz ter sobrevivido a um dos ataques, e corajosamente contou sua história.
    “Eu tive um pesadelo e acordei no meio da noite. Vi que por algum motivo, a janela estava aberta, mesmo que lembre de ter fechado antes de ir para a cama. Levantei-me e fechei-a mais uma vez. Depois disso, simplesmente rastejei pra debaixo de minhas cobertas e tentei voltar a dormir. Foi quando tive uma sensação estranha, como se alguém estivesse me observando. Olhei para cima, e quase pulei para fora da cama. Lá, em um pequeno raio de luz, iluminando entre as minhas cortinas, tinham um par de olhos. Não eram olhos normais. Eles eram escuros, ameaçadores e de um preto profundo e … simplesmente…planando lá, me aterrorizando. Foi quando vi a boca. Um sorriso, muito horrendo que fez todos os pelos do meu corpo ficarem em pé. A figura estava ali, me observando. Finalmente, depois do que pareceu uma eternidade, ele disse uma frase simples, mas disse de uma forma que só um homem fora de si falaria.
    Ele disse ‘Vá dormir’. Deixei um grito escapar, e foi isso que fez ele vir até mim. Ele me apontou uma faca; direto no meu coração; E pulou para cima da minha cama. Eu lutei com ele, chutei, soquei, rolei pela cama, tentando tira-lo de cima de mim. Isso foi quando meu pai entrou no quarto. O homem jogou a faca, diretamente no ombro de meu pai. O homem provavelmente acabaria com ele, se um dos vizinhos não tivesse chamado a policia.
    Eles estacionaram na frente da minha casa, e correram para a porta. O homem deu a volta e correu escadas a baixo para a entrada. Ouvi um barulho de vidro quebrando. Quando sai do meu quarto, vi que janela do fundo da minha casa estava quebrada. Olhei pra fora, e vi ele correndo já longe. Posso dizer uma coisa, nunca vou esquecer o rosto dele. Aqueles olhos malditos, frios e o sorriso psicótico. Isso nunca vai sair da minha cabeça.” 
    Jeff e sua família acabaram de se mudar para uma nova vizinhança. Seu pai ganhou uma promoção no trabalho, e eles achavam que seria melhor viver em uma dessas vizinhanças ‘requintadas’. Jeff e seu irmão Liu não podiam reclamar, uma casa nova e melhor. O que não tinha pra amar? Enquanto eles desempacotavam as coisas, uma vizinha foi conhecê-los.
    “Oi” ela disse, “Eu sou Bárbara, moro do outro lado da rua. Bem, eu só queria me apresentar pra vocês e meu filho também.” Ela se virou e chamou seu filho. “Billy, esses são os nossos novos vizinhos.” Billy disse “oi”, e correu de voltas para o pátio da casa onde voltou a brincar.
    “Bem,” disse a mãe de Jeff, “Eu sou Margaret, esse é meu marido Peter, e meus dois filhos, Jeff e Liu.” Se conhecendo, Bárbara logo os convidou para o aniversário de seu filho. Jeff e Liu estavam prontos para rejeitar, quando a mãe deles disse que adorariam comparecer. Então quando eles terminaram de desempacotar as coisas, Jeff foi até sua mãe.
    “Mãe, por que você aceitaria um convite de uma festinha? Não sei se você não notou, mas eu não sou mais uma criancinha.”
    “Jeff, nós acabamos de nos mudar pra cá; devíamos mostrar que queremos passar um tempo com nossos vizinhos. Agora, vamos à festa, e ponto final.” Jeff começou a falar, mas parou logo em seguida, sabendo que não poderia fazer nada a respeito. Quando sua mãe dizia alguma coisa, era aquilo e fim de papo. Ele andou até seu novo quarto e desmoronou na cama. Sentou ali e ficou olhando para o teto quando, de repente, ele sentiu algo estranho. Não como uma dor, mas um sentimento estranho. Ele ignorou aquilo como apenas um sentimento qualquer, ouviu a mãe chamá-lo de baixo para pegar suas coisas e desceu.
    No outro dia, Jeff desceu as escadas para tomar café da manhã e ir para escola. Quando se sentou para comer, teve o mesmo sentimento estranho do dia anterior. Só que agora mais forte. Ele teve uma pequena dor, como um puxão, mas ignorou mais uma vez. Assim que ele e o irmão terminaram o café, andaram para o ponto de ônibus. Sentaram-se lá, esperando o ônibus. Então, do nada, um garoto de skate pulou por cima deles, por apenas uns centímetros de suas cabeças. Os dois deram um salto, surpresos. “Mas que porra é essa?”
    A criança deu a volta foi até eles. Ele deu um pisão na ponta do skate, e pegou com a mão. O garoto parecia ter uns 12 anos; um ano mais novo que Jeff, vestia uma camiseta da Aeropostale e um jeans azul rasgado.
    “Ora, ora, ora. Parece que temos carne nova no pedaço.” De repente, mais duas outras crianças apareceram. Um era super magro, e outro era enorme. “Bem, já que vocês são novos aqui, gostaríamos de nos apresentar; Aquele ali é o Keith” Jeff e Liu olharam para o magrinho. Ele tinha uma cara de paradão, que daria pra você um braço esquerdo se precisasse. “E o outro é o Troy” Eles olharam para o gordo. Era um rolha de poço. Aquela criança não devia ter se exercitado desde que começou a engatinhar.
    “E eu,” disse o garoto do skate ” sou Randy. Agora, deixe-me explicar; para todas as crianças nesse bairro há um preço pequeno para a passagem de ônibus, se é que você me entende.” Liu se levantou, pronto pra socar o garoto até que se virasse do avesso, quando um dos amigos de Randy puxou uma faca e apontou pra ele “Tsc, tsc, tsc, eu pensei que vocês seriam mais cooperativos, mas parece que vamos precisar fazer do jeito mais difícil.” O garoto foi até Liu, e tirou a carteira do bolso dele. Jeff teve aquele sentimento de novo. Agora estava realmente forte, uma sensação de queimação. Jeff se levantou, mas Liu pediu para que se sentasse de novo. Ele ignorou e andou em direção do garoto.
    “Ouça aqui, seu punkzinho, devolva a carteira do meu irmão ou…” Randy colocou a carteira no próprio bolso, e tirou sua faca.
    “Ah, e o que você vai fazer?” Assim que ele terminou a frase, Jeff socou o garoto no nariz. Quando Randy tentou tocar o rosto, Jeff segurou seu pulso e o quebrou. Randy gritou e Jeff pegou a faca de sua mão. Troy e Keith correram para pegar Jeff, mas ele era muito rápido. Ele jogou Randy no chão. Keith tentou atacá-lo, mas Jeff se abaixou e apunhalou a faca em seu braço. Keith deixou a faca cair, e caiu logo em seguida no chão gritando. Troy também tentou atacá-lo, mas Jeff nem precisou da faca, socou Troy diretamente no estômago, e Troy caiu de joelhos, e quando caiu, vomitou todo o chão. Liu não conseguiu fazer nada, além de olhar admiradamente para seu irmão.
    “Jeff, como você.. ?” Isso foi tudo que disse. Eles viram o ônibus vindo, e sabiam que seriam culpados por tudo aquilo. Então, começaram a correr o mais rápido que puderam.
    Enquanto corriam, olharam pra trás e viram o motorista do ônibus correndo para Randy e os outros. Eles correram até a escola, sem se atrever a contar qualquer coisa sobre aquilo. Apenas se sentaram e a assistiram as aulas. Liu achava que tinha sido apenas seu irmão batendo em algumas crianças, mas Jeff sabia que era algo a mais. E era algo, algo assustador. Quando tinha aquele sentimento e via o quão poderoso era, a única coisa que desejava era machucar alguém. Ele não gostava como isso soava, mas não conseguia deter-se de se sentir feliz. Sentiu o sentimento estranho sumindo e não voltou pelo  resto do dia na escola. Mesmo quando caminhava para casa devido à coisa toda, perto do ponto de ônibus e como agora provavelmente não pegaria mais o ônibus, sentiu-se feliz. Quando voltaram pra casa, seus pais perguntaram como tinha sido o dia deles, e ele disse com uma voz meio sinistra “Foi um ótimo dia”.
    Na manhã seguinte, ouviu alguém batendo na porta da frente. Desceu as escadas e encontrou dois policiais na porta, com sua mãe olhando pra ele muito zangada.
    “Jeff, esses policiais estão me dizendo que você atacou três crianças. E que não foi uma briga normal, que eles foram esfaqueados. Esfaqueados, filho!” Jeff olhou para o chão, mostrando para sua mãe que era verdade.
    “Mãe, eles tinham facas e apontaram para Liu e para mim.”
    “Filho,” disse um dos policiais, “Nós encontramos três crianças, duas esfaqueadas, outra com uma contusão no estômago e temos testemunhas de que você estava na cena. Agora, o que você tem para nos contar?” Jeff sabia que era inútil. Poderia dizer que ele e Liu tinham sido atacados, mas não havia provas de que não tinham sido eles que atacaram primeiro, não poderiam dizer que não estavam fugindo, porque verdade seja dita, estavam. Então Jeff e Liu não poderiam defender-se.
    “Filho, chame seu irmão.” Jeff não poderia fazer isso, sabendo que só ele tinha batido nos garotos.
    “Senhor, fui eu. Eu quem bati nos garotos. Liu tentou me segurar, mas não conseguiu me parar.” O policial olhou para seu parceiro e os dois acenaram com a cabeça.
    “Olha garoto, isso será um ano no Centro de Detenção Juvenil…”
    “Espere!” falou Liu. Todos olharam para o topo da escada, para vê-lo segurando uma faca. Os policiais pegaram suas armas e apontaram para Liu.
    “Fui eu, eu bati naqueles punkzinhos. Tenho as marcas pra provar.” Ele levantou as mangas para revelar cortes e contusões, como se estivesse em uma luta.
    “Filho, coloque a faca no chão,” disse o policial. Liu afrouxou os dedos e deixou-a cair no chão. Colocou as mãos para cima e andou até os policiais.
    “Não Liu! Fui eu, eu que fiz isso!” Jeff falou, com lágrimas escorrendo pelo seu rosto.
    “Ah, pobre irmãozinho, tentando pegar a culpa pelo que eu fiz. Bem, me levem embora.” O policial levou Liu até a viatura.
    “Liu, fale pra eles que fui eu! Fale! Fui eu quem bateu naqueles garotos!” A mãe de Jeff colocou a mão no ombro dele.
    “Por favor, Jeff, você não tem que mentir. Nós sabemos que foi Liu, você não pode impedir. Não faça isso ser mais difícil que já está sendo.” Jeff ficou olhando sem poder fazer nada, enquanto o carro saía velozmente com Liu dentro. Alguns minutos depois, o pai deles estacionou na frente de casa, e vendo o rosto de Jeff, sabia que algo estava errado.
    “Filho, o que houve?” Jeff não podia responder. Suas cordas vocais estavam tensas de tanto chorar. Em vez disso, a mãe de Jeff andou até seu pai para dar a má notícia à ele, enquanto Jeff chorava na garagem.
    Depois de uma hora, Jeff voltou para casa, viu que seus pais estavam ambos chocados, tristes e decepcionados. Ele não podia olhar para eles, não podia ver que eles achavam que a culpa era de Liu. Foi dormir, tentando fazer com que a coisa toda saísse de sua mente. Dois dias se passaram, sem notícias de Liu da prisão. Não havia amigos para sair. Nada além de tristeza e culpa. Isso até sábado, quando Jeff foi acordado por sua mãe, com um rosto feliz.
    “É hoje, Jeff.”  disse enquanto abriu as cortinas e deixando uma inundação de luz no quarto de Jeff.
    “O que é hoje?” Jeff perguntou, ainda meio dormindo.
    “Ora, é a festa de Billy.” Jeff estava agora totalmente desperto.
    “Mãe, você está brincando, né? Você não espera que eu vá para a festa de alguma criança depois…” Houve uma longa pausa.
    “Jeff, nós dois sabemos o que aconteceu, acho que esta festa pode ser a coisa que vai iluminar os dias passados. Agora, vá se vestir.”
    A mãe de Jeff saiu do quarto e foi se preparar. Jeff lutou para se levantar.
    Pegou uma camisa qualquer, uma calça jeans e desceu escadas. Viu o pai e a mãe, bem vestidos, sua mãe em um vestido e seu pai em um terno. E pensou: “por que eles sempre usam essas roupas extravagantes para uma festa de criança?”
    “Filho, isso é tudo que você vai vestir?” disse a mãe de Jeff.
    “Melhor do que usar algo exagerado.”, disse. Sua mãe escondeu a vontade de gritar e escondeu-a com um sorriso.
    “Mas Jeff, você poderia se vestir melhor, se quiser causar uma boa impressão”, disse o pai. Jeff grunhiu e voltou para seu quarto.
    “Eu não tenho roupas extravagantes!” ele gritou ao subir as escadas.
    “Basta pegar alguma coisa.” disse sua mãe, olhou ao redor em seu armário para o que chamava de fantasia. Encontrou um par de calças pretas, que tinha para ocasiões especiais, e uma camiseta, não conseguia encontrar uma camisa para sair. Olhou em volta e só encontra camisas listradas e padronizadas. Nenhuma que combinasse com a calça. Finalmente, encontrou um moletom branco, jogado em uma cadeira e vestiu. 
    “Você vai assim?” ambos disseram. Sua mãe olhou para o relógio. “Oooh, não há tempo para mudar. Vamos embora.”, disse enquanto puxava Jeff e seu pai para fora.
    Atravessaram a rua até a casa de Bárbara e Billy. Bateram na porta e encontraram Bárbara que, assim como seus pais, estava extravagantemente vestida. Enquanto eles caminhavam para dentro da casa, Jeff só via adultos, não crianças.
    “As crianças estão lá fora, no quintal. Jeff, que tal você ir conhecer as crianças?” disse Bárbara.
    Jeff saiu para o jardim que estava cheio de crianças.elas estavam correndo em trajes estranhos de vaqueiros e atirando um no outro com armas de plástico. De repente, um garoto veio até ele e lhe entregou uma arma de brinquedo e um chapéu.
    “Hey. Quer brincar?”, disse.
    “Aah, não mesmo, pirralho. Eu sou muito velho para essas coisas.” O garoto olhou para ele com aquela cara de cachorro pidão.
    “Po-favô?” disse o menino. “Tudo bem”, disse Jeff. E colocou o chapéu e começou a fingir atirar nas crianças. A princípio, pensou que era uma ideia totalmente ridícula, mas depois começou a realmente se divertir. Pode não ter sido super legal, mas foi a primeira vez que havia feito algo que tirou seus pensamentos de Liu.
    Assim, brincava com as crianças por um tempo, até que ouviu um barulho. Um barulho estranho de rolamento.Então algo bate nele. Randy, Troy, e Keith pulando a cerca assim como seus skates. Jeff deixou cair a arma falsa e arrancou o chapéu. Randy olhou para Jeff com um ódio ardente. 
    “Olá? Jeff?”, disse. “Nós temos alguns negócios inacabados”. Jeff viu seu nariz machucado. “Eu acho que estamos quites. Eu te dei uma surra e você enviou o Liu para o centro de detenção.” Jeff falou enraivecido.
    Randy tinha fúria nos olhos. “Oh não, eu não jogo para empatar, e sim para ganhar. Você pode ter acabado com a gente no outro dia, mas não hoje.” Quando Randy falou, Jeff correu e Randy foi atrás dele. Ambos caíram no chão. Randy socou o nariz de Jeff, e Jeff agarrou-o pelas orelhas e deu uma cabeçada nele. Jeff empurrou Randy pra longe e ambos se levantaram. As crianças estavam gritando e os pais correndo para fora da casa. Troy e Keith puxaram armas de seus bolsos.
    “Ninguém se mexe ou tripas vão voar!” eles disseram. Randy puxou uma faca e apunhalou o ombro de Jeff.
    Jeff gritou e caiu de joelhos. Randy começa a chutá-lo no rosto. Depois de três chutes, Jeff pega o pé de Randy e torce-o, fazendo com que Randy caia no chão. Jeff se levantou e correu em direção a porta dos fundos. Porém, Troy agarrou-o.
    “Precisa de ajuda?” Ele pegou Jeff pelo colarinho e jogou-o de volta pro pátio através da porta. Enquanto Jeff tenta ficar de pé ele é chutado para o chão novamente. Randy começa a chutar repetidamente Jeff, até que ele começa a tossir sangue.
    “Vamos Jeff, lute comigo!” Ele pega Jeff e atira-o para a cozinha. Randy vê uma garrafa de vodka em cima do balcão e esmaga o vidro sobre a cabeça de Jeff. “Lute!” Ele joga Jeff de volta para a sala de estar.
    “Vamos Jeff, olhe para mim!” Jeff olha para cima, o rosto cheio de sangue. “Eu sou quem mandou seu irmão pro centro de detenção! E agora você só vai só sentar ai e deixá-lo apodrecer lá por um ano inteiro! Você deveria se envergonhar!” Jeff começa a se levantar.
    “Ah, finalmente! Levante e lute!” Jeff agora está de pé, sangue e vodka no rosto. Mais uma vez ele fica com aquela sensação estranha, aquela que ele já não sentia há algum tempo. “Finalmente. Ele está de pé!” Randy diz enquanto corre em direção a Jeff. É quando acontece. Algo dentro de Jeff se encaixa. Seu psicológico é destruído, todo o pensamento racional se foi, tudo o que ele pode fazer, é matar. Ele pega Randy derruba-o ao chão. Ele fica em cima dele e lhe dá um soco direto no peito onde fica o coração. O soco faz com que o coração de Randy pare. Enquanto Randy suspira. Jeff golpeia-o. Soco após soco, o sangue jorra do corpo de Randy, até que ele dá um último suspiro e morre.
    Todo mundo está olhando para Jeff agora. Os pais, as crianças chorando, até Troy e Keith. Apesar de estarem assombrados, Troy e Keith apontam suas armas para Jeff. Jeff vê as armas apontadas para ele e corre para as escadas. Enquanto corre, Troy e Keith disparam fogo contra ele, todos os tiros perdido. Jeff sobe as escadas. Ele ouve Troy e Keith seguindo-o. Enquanto disparam suas últimas balas, Jeff entra no banheiro, pega o toalheiro e arranca da parede. Troy e Keith correm para o banheiro com as facas em punho preparadas.
    Troy move sua faca em direção a Jeff, que se afasta e bate com o toalheiro no rosto de Troy. Troy cai duro e agora tudo o que resta é Keith. Ele é mais ágil que Troy, e desvia quando Jeff tentava acerta-lo com o toalheiro. Ele larga a faca e pega Jeff pelo pescoço, empurrando-o contra a parede. Uma coisa como água sanitária que estava na prateleira caiu em cima dos dois. Ambos sentem a pele queimar e começaram a gritar. Jeff enxugou os olhos da melhor forma que pôde, e puxou o toalheiro, acertando direto na a cabeça de Keith. E antes que Keith sangrasse até a morte, deixou escapar um sorriso sinistro.
    “O que há de tão engraçado?” Jeff perguntou. Keith pegou um isqueiro e ligou-o. “O que é engraçado?”, disse, “é que você está coberto de água sanitária e álcool.” Jeff arregalou os olhos ao ver Keith jogando o isqueiro nele. Assim que o isqueiro aceso fez contato com ele, as chamas iniciaram. Enquanto o álcool o queimava, a água sanitária branqueava sua pele. Jeff gritava terrivelmente enquanto ardia em fogo. Ele tentou rolar para fora do fogo, mas não adiantava, o álcool tinha feito dele um inferno ambulante. Ele correu pelo corredor, e caiu das escadas. Todos começaram a gritar quando viram Jeff, agora uma tocha-humana, cair no chão, quase morto. A última coisa que Jeff viu foi sua mãe e os outros pais que tentavam apagar as chamas. Foi quando ele desmaiou.
    Quando Jeff acordou tinha um molde de gesso envolvido em torno de seu rosto. Ele não conseguia ver nada, mas sentiu um molde em seu ombro, e pontos por todo seu corpo. Tentou se levantar, mas ele percebeu que havia alguns tubos em seu braço, e quando ele tentou levantar-se ele caiu, e uma enfermeira correu para ajudá-lo.
    “Eu não acho que você pode sair da cama ainda.” ela disse, enquanto colocava-o de volta em sua cama e reinserido o cateter em seu braço. Jeff sentou-se ali, sem-nenhuma visão, nenhuma ideia do que estava ao seu redor. Finalmente, depois de horas, ele ouviu sua mãe.
    “Querido, você está bem?”, perguntou ela. Jeff não poderia responder embora,pois seu rosto estava coberto por gesso. “Oh querido, eu tenho grande notícia. Depois que todas as testemunhas disseram à polícia que Randy tinha atacado você, eles decidiram soltar o Liu.”
    Isso fez com que Jeff quase pulasse, parando, lembrando-se do tubo sair do seu braço. “Ele estará fora amanhã, e então você dois poderão estar juntos de novo”. A mãe do Jeff abraça-o e se despede.
    As semanas seguintes foram formadas apenas onde Jeff era visitado pela sua família. Até o dia onde os seus curativos deveriam ser retiradas. Sua família estava lá para vê-lo, como estaria agora sua aparência. Quando os médicos desembrulharam as ataduras do rosto do Jeff todos estavam na ponta das cadeiras. Eles esperaram até o último curativo sobre o rosto de Jeff serem removidos.
    “Vamos esperar o melhor,” disse o médico. Ele rapidamente puxa o último pano, deixando agora o rosto de Jeff amostra.
    A mãe de Jeff grita ao ver seu rosto, Liu e o pai de Jeff olham horrorizados para ele.
    “O quê? O que aconteceu com meu rosto?” Jeff disse. Ele se levanta rapidamente, ignorando a tontura, e corre para o banheiro. Ele olhou no espelho e viu a causa da aflição de todos. Sua cara. Era… Era simplesmente horrível. Seus lábios foram queimados a um profundo tom de vermelho. Seu rosto se transformou em uma cor branca pura, e seu cabelo chamuscaram de marrom a preto. Ele lentamente colocou a mão em seu rosto. Era como se encostasse em couro agora. Ele olhou de volta para sua família depois de volta para o espelho.
    “Jeff”, disse Liu.”Não é tão ruim assim….”
    “Não é tão ruim!?”, disse Jeff, “é perfeito!” Sua família toda ficou surpreendida. Jeff começou a rir incontrolavelmente seus pais percebendo que seu olho esquerdo e a mão tremiam.
    “Umm… Jeff, você está bem?”
    “Bem? Eu nunca me senti mais feliz! Ha ha ha ha ha haaaaaa, olhe para mim. Esse cara caí perfeitamente comigo!” Ele não conseguia parar de rir. Ele acariciou seu rosto sentindo-o. Olhando no espelho. O que causou isso? Bem, você deve se lembrar que quando Jeff estava lutando Randy algo em sua mente, sua sanidade, estalou. E desta vez tinha sido permanente. Agora ele foi deixado como uma máquina descontrolada de matar, e seus pais não tinham noção disso.
    “Doutor”, disse a mãe de Jeff, “Meu filho…é, você sabe.. Está bem? Na cabeça?”
    “Ah sim, este comportamento é típico para os pacientes que tomam muitas grandes quantidades de analgésicos. Se seu comportamento não mudar em poucas semanas, traga-o de volta aqui, e nós vamos dar-lhe um teste psicológico.”
    “Ah,sim. Obrigada doutor.” A mãe de Jeff até ele. “Jeff, querido. É hora de ir.”
    Jeff olha de longe o espelho, seu rosto ainda formando um sorriso louco. “Tudo bem, mamãe. Ha ha haaaaaahahaaaaa!” sua mãe segurou-o pelos ombros e o levou para pegar suas roupas.
    “Isto é o que veio”, disse a moça no balcão. A mãe de Jeff olhou para baixo para ver as calças pretas e o moletom branco seu filho usara no dia da festa. Agora eles estavam limpos do sangue e costuradas. A mãe de Jeff levou-o para seu quarto e fez com que ele colocasse sua roupa. Então eles deixaram, não sabendo que este era seu último dia de vida.


    Mais tarde naquela noite, a mãe de Jeff acordou com um som vindo do banheiro. Soou como se alguém estivesse chorando. Ela lentamente caminhou para ver o que era. Quando ela olhou para o banheiro ela viu uma visão horrenda. Jeff tinha pego uma faca e esculpido um sorriso em seu rosto.
    “Jeff, o que você está fazendo?”, perguntou sua mãe. Jeff olhou para eles. “Eu não conseguia me manter sorrindo mamãe. Doeu depois de algum tempo. Agora, eu posso sorrir para sempre.” A Mãe de Jeff percebeu seus olhos, anelados em preto. “Jeff, os seus olhos!” Os seus olhos aparentemente nunca fechavam. 
    “Eu não podia ver meu rosto. Eu comecei a ficar cansado e meus olhos começaram a fechar. Eu queimei as pálpebras para então me ver pra sempre; este meu novo rosto”. A mãe do Jeff lentamente começou a se afastar, vendo que seu filho estava totalmente louco. “O que há de errado mamãe? Eu não sou bonito?”
    “Sim filho,” ela disse, “Sim, você é. Lindo… Deixe eu ir chamar o Papai, para que ele possa ver seu lindo rosto.” Ela correu para o quarto e sacudiu o pai de Jeff do seu sono. “Querido, pegue a arma nós…” Ela parou quando viu Jeff na porta, segurando uma faca.
    “Mamãe, você mentiu.” Foi a última coisa que os dois ouviram enquanto Jeff corria na direção deles com a faca, esfaqueando ambos.
    Seu irmão Liu acordou, assustado com algum ruído. Ele não ouviu mais nada, então ele apenas fechou os olhos e tentou voltar a dormir. Enquanto ele estava na fronteira do sono, ele teve a sensação estranha de que alguém o estava observando.
    Ele olhou para cima, antes que a mão de Jeff cobrisse sua a boca. Lentamente, ele ergueu a faca pronta para mergulhá-la em Liu. Liu debateu-se tentando escapar de Jeff.
    ”Shhhhhhh”, Jeff disse: “Vá dormir.”
    ~ Você será o Próximo!

    Jeff, O Assassino!

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  • Olá condenados, hoje trago a vocês uma clássica creepypasta que é conhecida mundialmente, ela é conhecida como Smile.Dog, e Smile.JPG.


    Eu me encontrei pessoalmente com Mary E. no verão de 2007. Tinha combinado com 
    Terence, seu marido há quinze anos, de vê-la para uma entrevista. Mary inicialmente havia aceitado, já que eu não era um jornalista, mas sim um escritor amador coletando informações para alguns trabalhos de faculdade e, de acordo com o plano, algumas peças da ficção.
    Marcamos a entrevista para um final de semana quando eu estava em Chicago, mas no último momento Mary mudou de ideia e se trancou no quarto do casal, recusando-se a me encontrar.
    Durante meia hora, fiquei acompanhado com o Terence do lado de fora, escutando e tomando notas enquanto ele tentava, inutilmente, acalmar sua mulher. As coisas que Mary dizia faziam pouco sentido, mas se encaixavam no que eu estava esperando: embora eu não pudesse vê-la, eu podia dizer a partir de sua voz que ela estava chorando, e muitas de suas objeções para conversar comigo estavam centradas em uma diatribe incoerente em seus sonhos – ou pesadelos.
    Em 2005, quando eu estava no segundo ano, Smile.jpg me chamou a atenção pelo meu 
    interesse crescente em fenômenos da web; Mary foi a vítima mais citada do que é referido como “Smile.dog”, como ficou a reputação do Smile.jpg.
    O que despertou meu interesse (além dos óbvios elementos macabros da cyber-lenda e 
    minha tendência para essas coisas) era a pura falta de informação, já que normalmente as pessoas não acreditam que isso exista e que não passam de um boato. É única porque, apesar dos fenômenos inteiros centrarem em um arquivo de imagem, esse arquivo não pode ser encontrado na internet; certamente é uma daquelas fotos manipuladas, que aparecem com maior frequência em sites como o image-board 4chan, especialmente o board /x/, focado em atividades paranormais.
    Suspeita-se que sejam falsos, porque eles não têm o efeito que o Smile.jpg verdadeiro teria, ou seja, epilepsia do lobo temporal e ansiedade aguda. Essas reações no espectador é um dos motivos para a fantasmagoria do Smile.jpg ser vista como desdém, uma vez que isso seja absurdo, embora a depender de quem você perguntar, a relutância em reconhecer a existência do Smile.jpg possa envolver medo, não descrença.
    Nem Smile.jpg, nem Smile.dog é mencionado em qualquer lugar na Wikipédia, embora 
    o site apresente artigos sobre outros, talvez shocksites mais escandalosos como gotse 
    (hello.jpg) ou 2girls1cup; ou qualquer tentativa de criar uma página referente ao Smile.jpg seja sumariamente excluída por um dos muitos administradores da enciclopédia.
    Encontros com Smile.jpg são uma lenda da internet. A história de Mary E. não é única; 
    existem rumores não confirmados do Smile.jpg aparecendo nos primeiros dias em grupos de discussões e até mesmo num conto persistente que, em 2002, um hacker inundou o fórum de humor e sátira Something Awful com imagens do Smile.dog, fazendo com que todos os usuários do fórum entrassem em epilepsia. Diz-se também que, em meados dos anos 90, Smile.jpg circulou em um grupo de discussões como um anexo de e-mail corrente com o assunto:
    “SORRIA!! DEUS AMA VOCÊ!”
    Mas, apesar da enorme exposição que golpes publicitários geraram, poucas pessoas 
    confessaram ter qualquer experiência e nenhum vestígio de arquivos ou links foi descoberto.
    Aqueles que afirmaram terem visto Smile.jpg inúmeras vezes davam a desculpa de estarem ocupados demais para salvar uma cópia da imagem em seu disco rígido.
    No entanto, todas as supostas vítimas ofereceram a mesma descrição da foto: uma 
    criatura canina (geralmente descrita como um Husky Siberiano), iluminado pelo flash da câmera, fica em uma sala escura. O único detalhe visível no fundo é uma mão humana se estendendo na escuridão perto do lado esquerdo. A mão está vazia, mas geralmente é descrita como “acenando”. Naturalmente, a maior atenção é dada ao cachorro (ou criatura canina, como algumas vítimas estão mais certas de terem visto). O focinho da besta é supostamente dividido em um largo sorriso, revelando duas fileiras de dentes brancos, fortes e de aparência humana. Esta não é, naturalmente, uma descrição dada imediatamente após ver a imagem, mas umarecordação das vítimas, que alegam ter visto a imagem infinitamente em sua mente.Na realidade, depois de terem ataques epilépticos.
    Esses relatos continuaram, muitas vezes enquanto as vítimas dormiam, resultavam em 
    pesadelos nítidos e perturbadores. Estes podem ser tratados com medicamentos, embora 
    em alguns casos sejam mais eficaz que outros. Mary E., eu supus, não estava usando 
    medicamentos.
    Foi por isso que, depois da minha visita em seu apartamento em 2007, eu enviei notícia a websites, listas de discussões e newgroups voltados a folclores e lendas urbanas na esperança de encontrar o nome de uma suposta vítima de Smile.jpg que sentisse mais interessada em conversar sobre suas experiências. Por um tempo, nada aconteceu e eu finalmente esqueci sobre minhas buscas, desde que eu tinha começado o meu primeiro ano na faculdade e estava muito ocupado. No entanto, Mary entrou em contato comigo por e-mail, no começo de Março de 2008.
    Para: jml@****.com 
    De: marye@****.net 
    Ass: Entrevista do último verão
    Querido Senhor L.,
    Estou incrivelmente desapontada sobre o meu comportamento no verão 
    passado, quando você veio me entrevistar. Espero que você entenda que 
    não era culpa sua, mas sim dos meus próprios problemas que me levaram 
    a agir daquela forma. Eu percebi que poderia ter lidado melhor com a 
    situação, no entanto, espero que me perdoe. Na época, eu estava com 
    medo.
    Você vê, por 15 anos eu sou assombrada pelo Smile.jpg. O Smile.dog vem 
    a mim todas as noites, em meus sonhos. Sei que parece bobagem, mas é 
    verdade. Há uma qualidade inefável sobre meus sonhos, meus pesadelos, 
    que os torna completamente diferente de qualquer sonho real que eu 
    já tive.
    Eu não posso me mover e não posso falar. Eu só posso olhar 
    para frente, e a única coisa em minha frente é a cena daquela imagem 
    horrível. Eu vejo a mão acenando, e vejo Smile.dog. Ele fala para mim.
    Eu pensei por muito tempo sobre minhas opções. Eu poderia mostrá- 
    lo a um estranho, um colega de trabalho… Eu poderia mostrá-lo para 
    o Terence, mas a ideia me repugnava. E o que aconteceria? Bem, se 
    Smile.dog mantivesse sua palavra, eu conseguiria dormir. No entanto, 
    se ele mentisse, o que eu faria? E quem iria me garantir que não 
    aconteceria algo pior, se eu fizesse como a criatura pediu? 
    Então, eu não fiz nada por 15 anos, embora mantivesse o disquete 
    escondido entre minhas coisas. Todas as noites, durante 15 anos, 
    Smile.dog veio para mim em meus sonhos e pediu para eu espalhar a 
    palavra. Por 15 anos, eu estava forte, embora tenha tido momentos 
    difíceis. Muitos dos meus colegas vítimas do board BBS – onde 
    encontrei Smile.jpg pela primeira vez – pararam de postar; ouvi que 
    alguns deles cometeram suicídio. Outros permaneceram em silêncio, 
    simplesmente desaparecendo da web. São estes com quem eu me preocupo 
    mais. Eu espero sinceramente que você me perdoe, Sr. L, mas no verão 
    passado quando você contatou a mim e meu marido sobre a entrevista eu 
    estava quase perdendo a cabeça. Eu ia te dar o disquete. Eu não me 
    preocupava se o Smile.dog estava mentindo ou não, eu só queria que 
    acabasse. Você era um desconhecido, alguém que eu não conhecia, e eu 
    pensei que eu não me sentiria culpada quando você levasse o disquete 
    como parte de sua pesquisa e selasse seu destino. Mas antes que 
    você chegasse eu compreendi o que estava fazendo: estava planejando 
    arruinar a sua vida.
    Eu não podia fazer isso. Estou envergonhada, Sr. L, e espero que esse 
    aviso possa fazê-lo desistir de encontrar Smile.dog. Com o tempo você 
    pode encontrar alguém se não mais fraco do que eu, mais depravado, 
    alguém que não hesitará em seguir as ordens de Smile.dog. 
    Pare enquanto ainda é tempo.
    Sinceramente, 
    Mary E.
    Mais tarde naquele mesmo mês Terence me informou que sua esposa havia se matado. Enquanto limpava as várias coisas que ela havia deixado, fechando contas de email e coisas do tipo, ele encontrou a mensagem escrita acima. O homem pedia desesperadamente que eu ouvisse o aviso de sua mulher. Ele me contou que encontrou o disquete e o queimou até que se tornasse apenas um monte de plástico derretido. O que mais me intrigou, no entanto, foi ele ter dito que a pilha tomou a forma de algum animal. Admito que me faltaram palavras. No começo achei que o casal talvez estivesse fazendo algum tipo de piada comigo. Mas uma rápida olhada nos obituários dos jornais de Chicago me provou que era verdade. Mary E. estava morta. O artigo, no entanto, não citava suicídio.
    Então decidi não perseguir mais smile.dog, pelo menos por enquanto, já que meus exames de meio de ano estavam se aproximando. Mas a vida tem maneiras estranhas de nos testar.


    Quase um ano depois de meu encontro com Mary E., eu recebo outro e-mail:
    Para: jml@****.com 
    De: elzahir82@****.com
    Ass: smile
    Olá 
    Encontrei seu e-mail num fórum e seu perfil dizia que você está 
    interessado no Smile.dog. Eu já o vi e não é tão assustador como todos 
    dizem. Estou lhe enviando em anexo. Apenas espalhando a palavra.
    :)
    A última linha me deixou arrepiado. 
    Havia um arquivo em anexo: smile.jpg. Fiquei indagando em abri-lo por algum tempo. 
    Certamente deveria ser um fake, e mesmo que não fosse eu ainda não estava convencido do poder da imagem. A morte de Mary E. me assustou, é verdade, mas preferi acreditar que ela tinha algum tipo de distúrbio mental. E além disso, como poderia uma simples imagem ser capaz de fazer aquilo? Que tipo de criatura seria essa capaz de levar alguém à loucura somente com o olhar?
    Certamente um absurdo. Mas e se os avisos de Mary fossem verdadeiros? E se smile.dog 
    entrasse em meus sonhos exigindo que eu espalhasse a palavra? Eu conseguiria ser tão 
    forte como Mary, me recusando a colaborar até o último minuto de minha vida? Ou eu 
    simplesmente espalharia a mensagem na esperança de ser poupado? E pra quem eu teria 
    coragem de mostrá-la? Se eu continuasse com o meu projeto original de escrever um pequeno artigo sobre smile.dog, eu poderia anexar a imagem a ele. E qualquer outra pessoa que lesse o artigo seria também afetada.
    Mas se o smile.dog anexado no e-mail for genuíno, seria correto me salvar dessa maneira?”
    Mary E. era a administradora de sistema de um pequeno BBS em Chicago em 1992 quando 
    encontrou pela primeira vez o Smile.jpg, que mudou sua vida para sempre. Ela e Terence estavam casados há apenas cinco meses. Mary foi uma das 400 pessoas que dizem ter visto a imagem quando foi postada em hiperlink no BSS, embora seja a única que falou abertamente sobre a experiência. O restante das pessoas permaneceram no anonimato, ou talvez mortas.
    A foto abaixo é de fato a verdadeira Smile.jpg. Muitas fotos alternativas parecidas com essa circulam na internet mas, apesar de tudo, são falsas. A foto verdadeira está logo abaixo.

    ~ Você será o próximo.

    Smile.Dog

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  • Você já assistiu ou ouviu falar do filme Japonês Escola mal assombrada (1985) ? aparentemente ele foi inspirado na história de Okiku, uma bonita porém misteriosa boneca Japonesa.


    Kikuko era uma garotinha de apenas três anos de Idade, quando adoeceu gravemente. Era agosto de 1932. Seu irmão visitava a cidade de Sapporo, Hokkaido (Que fica localizada na Ilha ao norte do Japão) quando viu uma boneca e comprou-a para Kikuko. A garotinha adorou a boneca e não mais separou-se dela, nem por um momento. Porém, a doença agravou-se e em janeiro de 1933, Kikuko faleceu. É costume no Japão, no dia da cremação do corpo, colocar os objetos que a pessoa mais gostava dentro do caixão para ser cremado junto com o corpo. Só que, a familia no auge da dor da separação, esqueceu-se de colocar a boneca junto da menina. Após a cremação, a boneca que recebeu o nome de OKIKU, foi colocada no oratório, ao lado das cinzas da criança, onde a família fazia as orações. Com o passar do tempo começaram a perceber que o cabelo da boneca parecia crescer.

    Na década de 40 veio a guerra e a família teve de fugir para o interior, deixando a boneca com os sacerdotes do templo juntamente com as cinzas de Kikuko. Com o fim da guerra, a família voltou para a cidade, procuraram pelos seus pertences no templo, onde perceberam com espanto que os cabelos da boneca não pararam de crescer! A pedido do irmão da menina, a boneca continuou no templo. A imprensa, mostrou o fenômeno, o que chamou a atenção de pesquisadores, para que fosse dada uma explicação científica para o caso, o que não aconteceu até hoje. A imagem acima é da boneca verdadeira.

    O templo que fica em Hokkaido é visitado por turistas e curiosos que querem ver a fantástica transformação da boneca. Há controvérsias, mas dizem que as transformações são visíveis: O cabelo antes nos ombros, agora chega à cintura.  Os lábios antes cerrados, estão entreabertos e úmidos,e seus olhos parecem olhar para as pessoas com expressões de quem tem vida.

    Os japoneses levam muito a sério a vida após a morte e para eles que reverenciam deuses e objetos, tudo é dotado de espírito e precisa ser queimado quando não é mais usado, em sinal de agradecimento e para que descansem em paz após serviços prestados.
    ~ Você será o Próximo!

    A Boneca Okiku

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